domingo, agosto 28, 2016

Roque Gameiro, Lisboa Antiga

Subi muitas vezes a rua do Vale (primeiro desenho). Vivi durante uns bons anos na rua que se vê à esquerda. A mercearia do senhor Fernando (prédio cor de rosa e que mudou de dono) tinha a gravura do Roque Gameiro na parede. De vez em quando passo por lá e encontro sempre antigos vizinhos. O segundo desenho é o chafariz da rua do Século, antiga rua Formosa, segundo Roque Gameiro.





quinta-feira, agosto 25, 2016

Na Praça do Comércio

Fiz uma “panorâmica” (termo cinéfilo quando a câmara roda sobre si mesmo não se movendo) a partir do Cais das Colunas, sentado num dos bancos de pedra. O último foi feito já sentado nas escadas da estátua de D.José. Entretanto chegaram os outros – o Swasky, a mulher e a filha, que também desenha muito bem, o Toni e a Núria - e o último ficou inacabado.





segunda-feira, agosto 22, 2016

Fábrica das Cores

A Fábrica das Cores em Oeiras/Sassoeiros é um mundo de fantasia, imaginação, objectos, coisas várias. Desenhar sem restrições de maneiras de fazer, de materiais e, sobretudo, sem medo e sem compromisso. E no fim um óptimo lanche oferecido pela Catarina.



domingo, agosto 21, 2016

Roque Gameiro, Lisboa Antiga

O Chafariz da Alegria na rua da Mãe d'Água e a Rua do Arco a São Mamede para o desafio "Roque Gameiro, Lisboa Antiga".





sexta-feira, julho 29, 2016

Roque Gameiro, Lisboa Antiga

Roque Gameiro fez, pelo menos, dois desenhos na rua Benformoso. Há várias diferenças, como por exemplo, a substituição de um dos prédios mais característicos, o de telhado em bico, mas sobretudo as pessoas. No desenho de Roque Gameiro há uma varina, um “almeida”, um vendedor com um burro e alguns gatos. Actualmente também há gatos com certeza mas estas profissões desapareceram.



quinta-feira, julho 28, 2016

Nós e os Cadernos. Esposende

O arquitecto Ventura Terra, nascido em Caminha, tem algumas obras em Esposende. Como o Palacete Valentim Ribeiro e o Teatro Club.



terça-feira, julho 26, 2016

Nós e os Cadernos. Fão

O calor apertava e não se via vivalma nas ruas de Fão. Depois de fazer os desenhos sentei-me num simpático café na esquina da av. Dr. Manoel Paes (desenho em baixo).



segunda-feira, julho 25, 2016

Nós e os Cadernos. Fão

Mais uma vista larga. Esta é a partir do terraço da casa do Tiago Cruz em Fão em frente ao rio Cávado. Onde fiquei hospedado para o evento “Nós e os Cadernos” em Esposende.


segunda-feira, julho 18, 2016

Vila Viçosa

O único desenho feito em Vila Viçosa. O calor era tanto que só a partir da janela da pousada.


sexta-feira, julho 15, 2016

Roque Gameiro, Lisboa Antiga

Na rua das Amoreiras, traseiras da Capela de Monserrate. Já publiquei este desenho aqui no blog, mas desta vez, para comparar com o desenho do mestre Roque Gameiro.






quinta-feira, julho 14, 2016

Fábrica das Cores

Mais um sábado à tarde bem passado na Fábrica das Cores. Desenharmo-nos uns aos outros atendendo a pormenores e posições diferentes. Depois, fazendo as pessoas com escalas diferentes, definir o espaço.



terça-feira, julho 12, 2016

Festival MED

O calor era muito e, por isso, muitos dos desenhos foram feitos de acordo com as sombras existentes. Dois exemplos: o Mercado Municipal por onde era a entrada, depois das 19h, para o recinto do Festival. E uma rua de Loulé, fora do recinto.



domingo, julho 10, 2016

Roque Gameiro, Lisboa Antiga

Respondendo ao desafio lançado pelo Pedro Cabral “Roque Gameiro, Lisboa Antiga” no blog USkP – fazer desenhos dos mesmos sítios onde Roque Gameiro tinha feito (ver aqui os desenhos e aqui as fotos tiradas na actualidade) - o meu primeiro contributo foi:
- Esquina da rua do Sol ao Rato com a rua Pedro Álvares Cabral (no desenho de Roque Gameiro esta rua ainda não existia e, por isso, fazia esquina com a rua de S.Bento)
- Rua do Século (não pude fazer o desenho, como Roque Gameiro fez, no meio da rua e, por isso, a visão é um pouco diferente).





quinta-feira, julho 07, 2016

Festival MED. Alguns espaços

As ruas estavam cobertas por panos coloridos. Havia espaços onde montavam os palcos onde actuavam os vários músicos. O primeiro desenho é do palco Fado, no Convento do espírito Santo, o segundo do palco jardim, chamado o jardim dos Amuados e o terceiro é uma das ruas.