segunda-feira, julho 18, 2016

Vila Viçosa

O único desenho feito em Vila Viçosa. O calor era tanto que só a partir da janela da pousada.


sexta-feira, julho 15, 2016

Roque Gameiro, Lisboa Antiga

Na rua das Amoreiras, traseiras da Capela de Monserrate. Já publiquei este desenho aqui no blog, mas desta vez, para comparar com o desenho do mestre Roque Gameiro.






quinta-feira, julho 14, 2016

Fábrica das Cores

Mais um sábado à tarde bem passado na Fábrica das Cores. Desenharmo-nos uns aos outros atendendo a pormenores e posições diferentes. Depois, fazendo as pessoas com escalas diferentes, definir o espaço.



terça-feira, julho 12, 2016

Festival MED

O calor era muito e, por isso, muitos dos desenhos foram feitos de acordo com as sombras existentes. Dois exemplos: o Mercado Municipal por onde era a entrada, depois das 19h, para o recinto do Festival. E uma rua de Loulé, fora do recinto.



domingo, julho 10, 2016

Roque Gameiro, Lisboa Antiga

Respondendo ao desafio lançado pelo Pedro Cabral “Roque Gameiro, Lisboa Antiga” no blog USkP – fazer desenhos dos mesmos sítios onde Roque Gameiro tinha feito (ver aqui os desenhos e aqui as fotos tiradas na actualidade) - o meu primeiro contributo foi:
- Esquina da rua do Sol ao Rato com a rua Pedro Álvares Cabral (no desenho de Roque Gameiro esta rua ainda não existia e, por isso, fazia esquina com a rua de S.Bento)
- Rua do Século (não pude fazer o desenho, como Roque Gameiro fez, no meio da rua e, por isso, a visão é um pouco diferente).





quinta-feira, julho 07, 2016

Festival MED. Alguns espaços

As ruas estavam cobertas por panos coloridos. Havia espaços onde montavam os palcos onde actuavam os vários músicos. O primeiro desenho é do palco Fado, no Convento do espírito Santo, o segundo do palco jardim, chamado o jardim dos Amuados e o terceiro é uma das ruas.




quarta-feira, julho 06, 2016

Festival MED em Loulé. Alguns músicos

Músicos que passaram pelo Festival MED: Aldina Duarte, no palco Cerca. Foi um espectáculo intenso e intimista. Aldina e os seus fantásticos músicos, conseguiram emocionar a assistência apesar de ser ao ar livre. Um grupo coral alentejano que não actuou em palco e que não sei o nome. As letras a lembrarem os anos de fome. Os sírios Alturaz Al Andaluzí. Apanhei-os no palco do Jardim enquanto ensaiavam. E Daniel Kemish no palco Arco, um Bob Dylan contemporâneo com viola, bombo, gaita de beiços e muita garra.





segunda-feira, julho 04, 2016

Cadeia do Aljube

Organizado pelo Arquivo dos Diários, associação que visa preservar memórias de pessoas anónimas, fomos fazer um percurso pelo Castelo, Graça, Mouraria - “A Memória e os Lugares”. O calor era muito. A primeira paragem foi no Museu do Aljube, antiga cadeia, agora Museu da Resistência e da Liberdade.


segunda-feira, junho 27, 2016

Quinta do Mocho

A Quinta do Mocho é mais que um bairro, é uma Galeria de Arte Pública (GAP). Vale a pena ir lá visitá-la. Encontramos murais enormes de artistas de vários países do mundo. Além de pessoas acolhedoras e que têm orgulho no seu bairro. Já publiquei estes desenhos no blog USk e no USkP.






quinta-feira, junho 23, 2016

Torre de Belém

Já não ia lá há uns tempos. Agora tem sempre filas à porta e muita gente à volta. Mas apetece sempre desenhá-la. Apesar de não ser tão fácil como parece.


terça-feira, junho 21, 2016

Livros de Artista de Lourdes Castro

“Genericamente é uma obra de arte em que o médium é o livro, a estrutura do códex tradicional ... o próprio livro é a obra”... “O Livro de Artista, desmistificando o trabalho artístico habitual, levanta a questão sobre o que é uma obra de arte: colocando o acento no processo e na atitude, mais que na competência ou genialidade do artista. Era preciso desmistificar, aproximar a arte da vida quotidiana e o comum da arte”.... “os livros de Lourdes Castro são um verdadeiro laboratório de experimentação: eles iluminam o resto da sua obra.”                                             Paulo Pires do Vale

“Amôr possui a estrutura vital do livro, as folhas encadernadas na sua relação fixa” ... “O paradoxo básico – de que uma folha de papel tem dois lados diferentes que podem estar ligados através de uma perfuração passando a estar unidos na sua diferença – está na essência deste livro.”
                                                                                                                                  Johanna Drucker

(excertos do catálogo da exposição de Lourdes Castro “Todos os Livros” na FCG)




domingo, junho 19, 2016

Refugiados em Portugal

Não foram feitos de observação do real, nem tão pouco no sítio e nem sequer num caderno, mas deram-me gozo a fazer e a vê-los impressos no jornal. Hoje, domingo, no jornal Publico a ilustrar a emocionante reportagem “Saudade de ti, quando vai chegar?” da jornalista Catarina Fernandes Martins sobre refugiados que foram recebidos por Portugal. E ainda o vídeo de Frederico Batista a partir dos meus desenhos.

Ver aqui o vídeo

Em baixo 2 dos desenhos: o protagonista de uma das histórias, L.A. iraquiano da cidade de Mossul, professor do ensino secundário e a chegada à ilha de Mitilini na Grécia com alguns mortos a aparecerem na praia.



sexta-feira, junho 17, 2016

Encontro em Beja

O Encontro em Beja promovido pelos USkBeja, com a Rita Cortês em primeiro, não foi só um encontro para desenhar. Foi mais do que isso, foi um percurso, guiado pelo Simão Matos, pelos lugares historicamente interessantes. Apareceram pessoas de Mértola e de Évora, além dos autóctones ou que vivem lá. Acabámos a visitar o Festival de Banda Desenhada que terminava naquele dia.

O almoço foi no restaurante Avó Joaquina, onde já estava uma mesa preparada e fomos muito bem recebidos (último desenho).






quinta-feira, junho 16, 2016

Vieira da Silva em Festa

A Capicua tem uma cara muito expressiva e que apetece observar e desenhar. Mas, como se vê nas minhas tentativas, os resultados não foram dos melhores. Pensei pedir um autógrafo, que ficava bem naquela página, mas, pelo que está à vista, não tive lata. Nem ao Sérgio Godinho, que só o consegui apanhar de lado. Foram os registos possíveis da conversa que tiveram na segunda feira passada na “Vieira da Silva em Festa”, aniversário do museu.


Lá fora, no jardim das Amoreiras, a Banda de Gaita de Foles.

E, no auditório, Sebastião Antunes e oito mulheres, os “Adufes em Lisboa”, tocavam e cantavam. Transmitido em directo pela programa “Viva a Música” de Fernando Carvalhêda da Antena 1.



terça-feira, junho 14, 2016

Acesso Cultura

Debate na Casa Fernando Pessoa promovido pela Associação “Acesso Cultura” sob o tema “Arte (in)acessível: papéis que se cruzam”. Esta Associação promove a acessibilidade física, intelectual e social à cultura.



domingo, junho 05, 2016

Profundidade

No largo de Sassoeiros, com o Carlos, a Glória e o Jorge, depois de aquecermos a mão, voltámos ao velho problema: como simular profundidade numa folha de papel. Primeiro com diferentes escalas e sobreposições e depois com a distorção das formas.




sexta-feira, junho 03, 2016

Uma esquina tranquila

Publicado na Revista Sábado em 12 de Maio de 2016 o guia sobre Amesterdão. Na mesma página as músicas que David Santos se recorda quando evoca esta cidade. Podem ver aqui a dupla página.

UMA ESQUINA TRANQUILA 
Ao contrário de outro tipo de registo, como a fotografia por exemplo, o desenho não regista o momento. O desenho regista o tempo. O tempo que demora a fazer. E o que aconteceu durante aquele tempo naquela tranquila esquina? Um homem passeava o cão num pequeno recinto para crianças brincarem, dois rapazes falavam numa esquina à porta de uma loja de que não percebi do que era e, como não podia deixar de ser, passavam algumas bicicletas. Só consegui, ou optei, por registar só uma delas. Tinha de ser! Nesta cidade dificilmente se olha para algum lado sem se verem bicicletas. E ainda bem que assim é!


quinta-feira, junho 02, 2016

Os turistas no Museu do Carmo

Mas o mais interessante são sempre as pessoas. Dentro ou fora de contexto. Que estão ao longe ou perto. E o que chamava mais a atenção era o gato Nuno, que só aparece no primeiro desenho. Neste segundo só foram desenhadas as pessoas à sua volta.


quarta-feira, junho 01, 2016

Festa da Arqueologia no Museu do Carmo

O mesmo assunto, o Museu do Carmo, dois desenhadores, eu e o Juan Valle de Almeria. 

No próximo sábado e domingo, das 10 às 19 horas, no Museu do Carmo a Festa da Arqueologia. Breve viagem ao passado, como viviam e o que faziam os nossos antepassados, desde o Paleolítico até épocas recentes. Ver aqui o Programa completo. Entrada gratuita. Espaço óptimo para desenhar.